






















As actividades no nosso agrupamento.























Diamante de sangue é o nome de um dos filmes visualizados nas aulas de História pelos alunos das turmas A e C do 9.º Ano. Apesar de muito próxima, a trágica realidade retratada passa despercebida no dia-a-dia de quem está longe. A guerra civil, as crianças-soldado, o tráfico ilegal de diamantes com fins militares, a destruição de famílias, o estupro de civis inocentes.... foram apenas alguns dos problemas retratados, debatidos e sentidos nas nossas aulas. Não há palavras suficientemente fortes para descrever o infortúnio de milhares de pessoas para quem os Direitos Humanos estão longe de ser uma realidade.... Mas também não as há para transmitir a maturidade e a sensibilidade demonstradas pelos alunos.
Diamante de sangue foi um filme vivido pelos nossos alunos.
Queremos partilhar a nossa experiência com a comunidade escolar. Assim, deixamos registados alguns testemunhos e um pequeno video final!
Maria Elvira Teixeira
Faziam uma lavagem ao cérebro das crianças para depois não reconhecerem os seus familiares. Quando já não reconhecessem os seus pais eram obrigados a matar tudo e toda a gente.
Marta
Fiquei chocado quando o filho apontou a arma ao pai e ele começou a falar das coisas de que ele mais gostava de fazer. É uma parte muito chocante até que o filho desperta e começam a cair-lhe lágrimas.
Hélder
Toda a família foi separada quando devia estar junta.
Pedro Jorge
A cena que mais me impressionou foi quando o Solomon Vandy chegou ao campo de refugiados e descobriu que o filho tinha sido levado pela Ruf para combater. Ele agarra-se com toda a sua força à rede e começa a gritar com toda a força pelo filho.
Direitos Humanos foi um tema muito abordado nas aulas de História desde o início do ano lectivo. É uma temática controversa que está, inevitavelmente, associada aos diferentes conteúdos daquela disciplina em qualquer nível de escolaridade. No entanto, é no 9.º Ano que o debate assume maior pertinência. Talvez devido à maior proximidade dos assuntos estudados em relação aos nossos dias; talvez devido à maior maturidade dos alunos para se envolverem e debaterem o tema; talvez devido à gravidade dos problemas abordados que suscita uma maior sensibilidade; talvez...!
O repto foi lançado: transpor o tema para lá do espaço e do tempo de debate da sala de aula e ser criativo. Os alunos das turmas A e C do 9.º Ano mostraram-se à altura do desafio (outra coisa não seria de esperar) e realizaram trabalhos sobre diferentes vertentes do polémico tema.
Quisemos partilhar parte das vivências que marcaram as nossas últimas semanas de aulas. Por isso, deixamos aqui alguns dos trabalhos realizados que constituem um testemunho do interesse, do empenho e, sobretudo, da sensibilidade demonstrados.
Da minha parte, acredito sinceramente que o tema não se esgotou no debate e nos projectos!
"Ser Homem é ser responsável. É sentir que colabora na construção do mundo". (Antoine Saint-Exupéry)
Os nossos alunos demonstraram um grande sentido de Humanidade e de Responsabilidade! Estou certa que colaborarão na construção do mundo!
Parabéns a todos!
Até já!
Maria Elvira Teixeira

"O que eu ouço, esqueço. O que eu vejo, lembro. O que eu faço, aprendo." (Provérbio chinês)
Aconteceu em jeito de desafio… ou talvez não!
Os 27 alunos da turma C, do 8.º Ano, transformaram-se em pequenos empresários nas aulas de Educação Tecnológica. Aceitaram o repto do Professor José Carlos Mota e, de uma forma entusiasta, começaram a criar as suas próprias empresas. Primeiro a ideia, depois o projecto que, aos poucos, ganhou forma.
Os nossos “empresários” interiorizaram o novo estatuto que lhes foi proposto e assumiram uma atitude condicente com o mesmo. Com um elevado nível de empreendedorismo, dinamismo, sacrifício e vontade de vencer, materializaram uma ideia e assim vimos nascer uma série de empreendimentos ligados ao mundo da moda, do jornalismo, da produção de eventos, entre outros ramos empresariais.
Um mundo de faz de conta? Não, um mundo real adaptado ao universo estudantil e juvenil que hoje atinge o seu auge com a divulgação dos trabalhos à comunidade escolar.
Parabéns aos jovens empresários de sucesso que se empenharam nesta iniciativa totalmente inovadora que ficará gravada nas suas memórias. Estou certa que esta experiência constituirá uma aprendizagem realmente significativa no percurso dos nossos alunos.
Parabéns ao professor José Carlos que, de uma forma não menos dedicada, conseguiu envolver e entusiasmar os alunos neste projecto para além do espaço e do tempo de sala de aula.
A directora de turma
Maria Elvira Teixeira


O grupo de EMRC organizou para os alunos do 7.º e 8.º anos um dia diferente no Parque Radical de Adaúfe.
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